
Sem nota dos Mestres ainda
O María Guerrero Banquets carrega consigo o peso de uma linhagem histórica que remonta a 1905, quando a marca foi estabelecida em Havana como uma homenagem à ilustre atriz espanhola María Guerrero. Este exemplar, especificamente, ocupa um nicho fascinante no portfólio cubano: a produção mecânica (machine-made). Embora o mercado atual priorize o 'Totalmente a Mano', o Banquets preserva a essência do 'Habano' de outrora, focado na consistência e na acessibilidade para o consumo diário. Com uma força de 3 em 5, ele entrega uma experiência equilibrada, característica do 'terroir' da ilha, sem a complexidade avassaladora das edições limitadas. Para o colecionador da LeafSociety, este charuto representa um registro histórico da industrialização do tabaco cubano. É uma peça de curiosidade e pragmatismo, ideal para momentos em que se busca o sabor autêntico de Cuba em um formato clássico de 127mm por 45 de anel, mantendo viva a memória de uma era de ouro da dramaturgia e da iconografia tabacalera.
Especiarias acompanham o corpo médio.
Doçura suave realça a complexidade.
Acidez moderada limpa o paladar.
Ameixa seca casa com notas torradas.
Charutos cubanos geralmente estão prontos para fumar após um descanso de 2 a 4 semanas no humidor.
Os intervalos são diretrizes gerais. Ajuste conforme seu humidor e preferência pessoal.
O María Guerrero Banquets é um charuto de fabricação mecânica (machine-made) originário de Cuba.
Este charuto possui uma intensidade média, classificada como 3 de 5 na escala de força.
O Banquets possui 127 mm de comprimento com um anel (gauge) de 45.
A marca María Guerrero tem raízes históricas profundas em Cuba, nomeada em homenagem à famosa atriz espanhola do século XIX.
A vitola Banquets é ideal para fumadas cotidianas e apreciadores que buscam a autenticidade do tabaco cubano com um excelente custo-benefício.
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