
Sem nota dos Mestres ainda
O Montecristo A ocupa um lugar sagrado no panteão da Habanos S.A., sendo frequentemente descrito como o monarca dos charutos cubanos. Introduzido em 1971, este Gran Corona de dimensões hercúleas — 235 mm de comprimento — é um testemunho da maestria técnica necessária para enrolar um charuto tão longo sem comprometer o fluxo. Para o colecionador da LeafSociety, possuí-lo vai além da degustação; trata-se de um rito de passagem. Historicamente reconhecido pelo Guinness World Records como o charuto mais caro do mundo em sua época, ele representa o ápice da sofisticação da marca Montecristo. Seu caráter é definido por uma complexidade que se desenvolve lentamente ao longo de duas horas, apresentando uma força média que respeita o paladar. O significado deste charuto reside na sua raridade e na sua apresentação clássica em estojos individuais de madeira, tornando-o um troféu cobiçado em umidificadores de alta linhagem ao redor do globo. É, acima de tudo, uma celebração do tempo e da tradição artesanal de Cuba.
Especiarias acompanham o corpo médio.
Doçura suave realça a complexidade.
Acidez moderada limpa o paladar.
Ameixa seca casa com notas torradas.
Charutos cubanos geralmente estão prontos para fumar após um descanso de 2 a 4 semanas no humidor.
Os intervalos são diretrizes gerais. Ajuste conforme seu humidor e preferência pessoal.
O Montecristo A é um Gran Corona, com 235 mm de comprimento (9 ¼ polegadas) e um ring 47.
Ele é classificado com uma força média (3/5), oferecendo uma experiência equilibrada entre sabor e potência.
Devido ao seu tamanho imponente, o tempo de degustação estimado é de pelo menos duas horas.
Até o surgimento do Cohiba Behike, o Montecristo A detinha o recorde de charuto mais caro e exclusivo da produção regular cubana.
Sim, ele é comercializado individualmente em caixas de madeira envernizadas ou em caixas externas contendo cinco unidades.
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